Se tudo passa, como se explica o amor que fica?
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“Eu fui sua em dezembro, no natal. E fui sua no ano novo. Você me teve no meu aniversário e também me teve na páscoa. Você me teve todos dias. Eu era sua mesmo quando não queria. Eu era sua até mesmo quando era de outra pessoa. Você me tinha, Stubb. Você me teve nas suas mãos, mas preferiu me deixar escapar. Você me tinha tanto, que quando você escolheu me perder, eu obedeci.”.
A vida é cheia de escolhas difíceis.
A pequena sereia.  
Essa sou eu, andando por aí com o maior mau humor do mundo, dando patadas em qualquer um que tente desviar o foco da minha visão para os lados, escorregando as mãos em outras mãos que tentam segurá-las, me protegendo e me privando de tudo, odiando qualquer um que passa por mim e me atravessa, me escondendo de qualquer um que gostou de ter me atravessado, com um pouco de olheira e um rosto cansado, cheia de perguntas na cabeça e à espera de alguma resposta da vida.
Capitule. 
Ninguém é a resposta. Nem o sofá, nem a festa, nem ficar em casa, nem a água com gás, nem olhar com nojo para o grupo e piriguetes vips que não prestam pra nada a não ser frequentar festas para sair em revistas e angariar empresários. Finalmente já tenho o que esperar: o carro. Finalmente já tenho o que fazer: ir embora. Na verdade a única coisa que estou sempre esperando e querendo é ir embora. De todos os lugares, de todas as pessoas. Eu não estou esperando nada a não ser o tempo todo sair de onde eu estou.
Tati Bernadi. 
Alguns dos melhores momentos da vida a gente experimenta de olhos fechados, tudo o que acontece dá para imaginar… Tudo o que se imagina, pode acontecer.
Cecília Meireles.